Imposto de Renda 2019: Como fazer a declaração de investimentos em fintechs


Declaração segue a mesma lógica de investimentos realizados em bancos tradicionais. Prazo vai até 30 de abril. A declaração no Imposto de Renda de investimentos realizados por meio de fintechs segue a mesma lógica de investimentos realizados em bancos tradicionais. Ou seja, o procedimento é o tradicional para o envio das declarações.
O envio do Imposto de Renda neste ano vai até 30 de abril. A Receita espera que até 30,5 milhões de contribuintes entreguem declaração.
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Arte G1
Veja abaixo algumas dúvidas sobre a declaração de investimentos em fintechs.
1. Quem é obrigado a declarar?
Contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018; quem teve rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou realizou operações em bolsas de valores; quem tinha, até 31 de dezembro de 2018, a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$ 300 mil, entre outros.
2. Quais investimentos devo declarar?
É preciso declarar todos os investimentos realizados no Brasil e no exterior que a pessoa possuir em 31 de dezembro de 2018. Devem ser informados aplicações em renda fixa (Tesouro Direto e CDB, por exemplo) e variável, entre outros.
3. Como devo fazer a declaração?
Os investimentos devem declarados na aba bens e diretos. Para cada tipo de investimento, há um campo específico para ser preenchido.
4. Quais documentos são importantes?
Como os bancos tradicionais, as fintechs têm de disponibilizar o informa de rendimento. É com base nele que a declaração vai ser feita.