Facebook muda de cara e Messenger terá versão desktop, anuncia Zuckerberg


Presidente-executivo assume que empresa ‘não tem a melhor reputação’ em relação a privacidade no momento, mas que o próximo desafio é criar experiências mais íntimas. Zuckerberg apresenta novo visual do Facebook, que muda ainda neste ano
Reprodução/Facebook
O futuro é privado”, disse o presidente-executivo Mark Zuckerberg na abertura do encontro anual do Facebook com desenvolvedores, o F8, nesta terça-feira (30).
Veja os principais anúncios:
o Facebook ganha novo visual primeiro no app, e muda no site ainda neste ano, com a cor branca predominando, em vez do azul;
o Messenger ganhará uma versão para desktop, assim como ocorre com o WhatsApp. O programa foi “refeito do zero”, disse o executivo, e será o aplicativo de conversas “mais rápido” que existe;
o Facebook, grupos sobre temas diferentes terão funções diferentes. Por exemplo, novos membros de uma comunidade poderão tirar dúvidas sem o nome aparecer na postagem;
Grupos de empregos terão uma maneira para empregadores tratarem vagas de trabalho, com mais facilidade para que candidatos possam enviar mensagens ou se inscrever em vagas facilmente;
Grupos sobre jogos terão um novo chat, para que as pessoas possam acompanhar eventos ao vivo e comentar em tempo real — algo próximo do que já acontece em plataformas como a Twitch e o YouTube, que permitem chat em tempo real ao lado de uma transmissão.
Rival do Tinder no Brasil
Ao mesmo tempo em que Zuckerberg discursava, o Facebook anunciou o lançamento de um serviço rival do Tinder no Brasil. O “Encontros” já funcionava em 5 países, e será expandido para mais 14. Veja como ele funciona.
Home do Facebook Encontros, nova ferramenta de relacionamentos da rede social.
Divulgação/Facebook
‘Sala de estar’
No discurso, Zuckerberg repetiu muitas das ideias divulgadas em um comunicado no começo do ano, em que anunciou que irá integrar os aplicativos da família Facebook: a rede social, o Instagram e o Whatsapp.
Ele assumiu que o grupo “não tem a melhor reputação” em relação a privacidade no momento, mas defendeu que, após a internet permitir que o mundo todo se conectasse, como numa grande praça, o próximo desafio é criar experiências mais íntimas, como numa sala de estar.
(Esta reportagem está em desenvolvimento e continuará sendo atualizada).