Escola é invadida, tem armário incendiado e objetos furtados em Porto Velho

Empresa é responsável pelo monitoramento da escola e disse que sensores estão estragados. Foram levados do colégio uma mesa de som e uma televisão. Durante a madrugada desta quarta-feira (14), a Escola Estadual Oswaldo Piana foi invadida e teve alguns objetos furtados. Os suspeitos atearam fogo em um armário da escola cheio de livros e fugiram em seguida. A instituição está localizada na Zona Norte de Porto Velho.
Assaltantes invadem Escola estadual Oswaldo Piana e incendeiam armário com livros
A sala onde o armário foi incendiado possui forro de madeira e caso o fogo tivesse se alastrado, poderia ter destruído seis salas. Em entrevista à Rede Amazônica, o diretor da instituição Antônio Saldanha informou que por pouco o fogo não se alastrou.
“Deus me livre, por pouco mesmo, porque como eles colocam fogo em um armário dentro de uma sala com forro de madeira é só Deus mesmo (…)”, disse o diretor.
Os suspeitos que arrombaram o colégio e invadiram as portas de quatro salas, um depósito e a cozinha. Eles levaram da instituição uma televisão e uma mesa de som.
A escola é monitorada por uma empresa contratada pelo Governo do Estado desde que os vigilantes foram demitidos. “Depois que veio o monitoramento começou a desordem, a insegurança, porque mexe com o emocional não só meu, mas dos meus alunos, dos servidores. Foram retirados os vigilantes e nós fomos se equipar de monitoramento eletrônico, e aí começou. Levam a as câmeras, levam tudo”, disse Saldanha em entrevista.
A Rede Amazônica foi informada pelos professores da escola que os sensores de monitoramento eletrônico que estão no colégio foram acionados, mas ninguém da empresa responsável por monitoramento esteve no local.
A empresa responsável pela segurança na escola informou à equipe de reportagem que os sensores estão estragados desde o ano passado e que o conserto é de responsabilidade do governo.
Por conta do furto, as aulas da escola estão suspensas até que o trabalho da perícia seja realizado e que haja o conserto dos estragos deixados pelos suspeitos.
A coordenadoria de ensino informou que uma equipe da Seduc está fazendo um levantamento dos prejuízos e aguarda o resultado da perícia. A equipe da Rede Amazônica não conseguiu falar com a assessoria da Seduc sobre a reclamação do diretor em relação ao aumento de roubos depois da demissão dos vigilantes.

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