Dulce Quental volta ao disco sob o signo do amor com produção musical dos irmãos Jonas Sá e Pedro Sá


Sétimo álbum da artista sai em 2022, mas o single inicial ‘Apenas uma fantasia’ está programado para 19 de novembro. ♪ Cantora e compositora carioca associada à geração que deu visibilidade ao pop rock produzido no Brasil ao longo dos anos 1980, tendo sido revelada em 1984 como vocalista do grupo feminino Sempre Livre, Dulce Quental volta ao disco sob o signo do amor.
Previsto para ser lançado no início de 2022, o álbum Sob o signo do amor já está pronto – tendo sido gravado com produção musical dividida entre os irmãos Jonas Sá e Pedro Sá – e gera um primeiro single, Apenas uma fantasia, neste mês de novembro de 2021.
Com capa que enquadra foto da artista (clicada por Nana Moraes) na arte criada por Rodrigo Sommer, o single Apenas uma fantasia aporta nos aplicativos de música em 19 de novembro.
Canção metalinguística da lavra autoral da própria Dulce Quental, Apenas uma fantasia atualiza o som da artista no arranjo criado por Quental com os produtores musicais Jonas Sá (MPC, piano Fender Rhodes e sintetizadores) e Pedro Sá (baixo, guitarras base, wah e solo).
Ao longo de quatro minutos e meio, a gravação de Apenas uma fantasia evolui sobre batidas sincopadas de MPC, coros harmônicos, matizes de sintetizadores analógicos e o toque das guitarras de Pedro Sá e Thiago Nassif, desembocando em rota evocativa do canto falado do rap.
Sétimo álbum da discografia de Quental, Sob o signo do amor é o primeiro disco de estúdio da artista desde Beleza roubada (2004), álbum lançado há 17 anos.
Só que, entre um disco e outro, houve Música e maresia (2016), álbum lançado há cinco anos com registros antigos, feitos por Quental em 1994, quando a carreira solo da cantora já havia perdido o impulso inicial, dado na década anterior com as edições dos álbuns Délica (1986), Voz azul (1987) e Dulce Quental (1988).
O álbum Música e maresia rendeu registro audiovisual de show, captado em 2016 e editado em 2017, sendo que o disco ao vivo é o último trabalho fonográfico da artista.
Intérprete original da canção Caleidoscópio (Herbert Vianna, 1987) e parceira de Roberto Frejat em O poeta está vivo (1990), música lançada pelo grupo Barão Vermelho no álbum Na calada da noite (1990), Dulce Quental volta ao disco no tom da música do século XXI sem apego ao passado.