Ceará não acompanha geração de emprego do país e perde postos de trabalho em fevereiro


Ceará fechou o mês passado com 375 demissões a mais que admissões. Ceará não acompanha geração de emprego do país e perde postos de trabalho em fevereiro
Comunicação/Santa Bárbara d’Oeste
O Ceará fechou fevereiro no vermelho em relação a geração de empregos. Foram 375 demissões a mais que o número de admissões, conforme dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) divulgados na tarde desta sexta-feira (23).
A queda foi puxada principalmente pelas demissões no setor do comércio, que terminou o mês com 1.210 postos formais de emprego a menos em fevereiro. Já o setor de serviços foi a atividade econômica com melhor desempenho, gerando 764 empregos de carteira assinada.
Geração de emprego no país
O Ceará não acompanhou o ritmo de geração de empregos ocorridos no Brasil em fevereiro. Conforme o Caged, foram criadas 61.188 vagas de emprego formal em fevereiro. Esse foi o melhor resultado para meses de fevereiro em quatro anos, ou seja, desde 2014.
Quando o país cria vagas de trabalho em um determinado período significa que as contratações superaram as demissões. No caso do mês passado, foram registradas 1.274.965 contratações e 1.213.777 desligamentos.
“Esses resultados confirmam a recuperação econômica e a retomada dos empregos. As medidas adotadas pelo governo foram acertadas e estamos otimistas que esses números se repetirão ao longo do ano”, avaliou o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura, em nota.
Salário médio de admissão
O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.502,68 em fevereiro. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve queda de 2,22%, ou R$ 34,10, no salário de admissão na comparação com janeiro deste ano.

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