Meninos ainda não têm condições físicas de sair da caverna

Pelo menos dois dos meninos apresentam exaustão

Pelo menos dois dos meninos apresentam exaustão
Marinha da Tailândia / Divulgação via Reuters TV

Médicos que examinaram os 12 meninos e seu técnico de futebol, presos desde o dia 23 de junho no complexo de cavernas de Thuam Luang, no norte da Tailândia, chegaram à conclusão que eles ainda não têm condições físicas de sair de maneira segura do local, especialmente se tiverem de fazer um mergulho. Por isso, retirá-los nesta quinta (5) foi descartado.

A informação é de um integrante dos fuzileiros navais tailandeses que comandam a operação de resgate, segundo a CNN. De acordo com um relatório médico, pelo menos dois dos meninos apresentam sinais de exaustão e fadiga, após passarem quase duas semanas confinados em um pequeno espaço elevado acima da água, no escuro, sem poder se movimentar muito, sendo nove dias praticamente sem comida.

Urgência para o resgate

Com isso, um resgate imediato está praticamente descartado. Por outro lado, a meteorologia está prevendo novas chuvas fortes na região, o que aumenta a urgência na busca de soluções para retirar o grupo.

Além das bombas que estão retirando enormes volumes de água de dentro da cavernas, os fuzileiros tailandeses agora passaram a bombear oxigênio para dentro da caverna.

Houve várias tentativas de passar um cabo telefônico para que os meninos possam se comunicar com os familiares que estão na parte de fora da caverna, mas nenhuma foi bem sucedida ainda.

Enquanto isso, cerca de 20 a 30 equipes de voluntários percorrem a parte externa da montanha. Segundo relatos, os meninos disseram ter ouvido barulhos como cães latindo e um galo cantando, indicando que pode haver algum buraco que ligue o teto da caverna ao exterior, que seria uma rota mais segura para retirá-los.

Klabin espera normalização de impactos da greve de caminhonheiros até final do 3ºtri, diz conselheiro

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A greve de caminhoneiros de 11 dias entre maio e junho deste ano afetou as atividades da Klabin e a normalização só deve ocorrer ao longo do terceiro trimestre, afirmou nesta quinta-feira o conselheiro da fabricante de papel para embalagem e celulose, Armando Klabin.

“A greve nos afetou como afetou todo o país”, afirmou o membro do conselho de administração da Klabin em evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). “A situação ainda não está normalizada para nós, aos poucos estamos reconquistando a normalidade”, acrescentou. “É difícil estimar quanto foi afetada (a produção com a greve) e acredito que até o final do terceiro trimestre isso estará resolvido.”

Segundo Klabin, se as negociações do governo com caminhoneiros resultarem numa alta de custo de frete, esse aumento será repassado aos preços dos produtos. “Somos consequência do processo e não somos formatadores do processo. Ainda estamos no aguardo”, disse ele sobre as discussões para a aprovação de uma tabela de preços mínimos de frete rodoviário.

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NOVO CICLO DE EXPANSÃO

Questionado sobre os estudos da Klabin para um novo ciclo de investimento da companhia, o conselheiro afirmou que as análises ainda não foram finalizadas, apesar da expectativa de conclusão em meados deste ano.

Segundo Armando Klabin, qualquer programa de expansão nos mercados em que a companhia atua tem que contemplar a base florestal da empresa, desenvolvimento industrial e expansão via oportunidades de mercado, mas “por enquanto não há nenhuma empresa em vista”.

“Sempre estamos atrás de florestas para manter nossa atividade em produção de celulose e papéis para embalagens”, disse o executivo.

No final de abril, o diretor de planejamento da Klabin, Francisco César Razzolini, afirmou que a companhia deveria concluir em meados deste ano os estudos para um próximo ciclo de investimentos para crescimento orgânico.

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(Por Rodrigo Viga Gaier)