Prefeitura faz repasse e funcionários voltam a trabalhar na UPA de Araguari


Servidores entraram em greve na manhã de ontem. Pagamento foi efetuado na manhã desta terça-feira (22). Sindsaúde confirmou retorno de todos os funcionários ao trabalho nesta terça-feira (22)
Reprodução/TV Integração
O Município de Araguari informou que quitou o pagamento pendente à Missão Sal da Terra, que administra a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, na manhã desta terça-feira (22). Com isso, os servidores retornaram às atividades.
Os funcionários entraram em greve na manhã de segunda-feira (21) por causa do atraso nos salários. Na última semana, os funcionários chegaram a fazer uma paralisação e, na ocasião, a Prefeitura justificou a falta de pagamento com os atrasos nos repasses do Estado. A unidade médica conta com 223 funcionários e somente 30% estavam operando.
Ao G1, a Administração Municipal disse que foi repassado o montante de R$ 1.047.921,60 para a conta da organização social.
O Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde) confirmou o pagamento e retorno das atividades de todos os servidores.
Em nota, a Missão Sal da Terra, disse que fez os pagamentos dos colaboradores na manhã de hoje. Reforçou ainda a preocupação constante com seus colaboradores e com a comunidade de Araguari.

Moradores de Porto Velho reclamam da falta de transporte coletivo

Greve no transporte coletivo começou no dia 21 de janeiro. Segundo Semtran 100% da frota está paralisada. Longas caminhadas, gastos com transporte por aplicativo, atrasos e faltas em empregos essa é a realidade de boa parte dos moradores de Porto Velho desde a última segunda-feira (21) quando os funcionários do transporte coletivo entraram em greve.
Segundo a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) 100% da frota está paralisada em Porto Velho nesta terça-feira (22).
Moradores de Porto Velho relatam desafios do cotidiano sem transporte coletivo:
Moradores de Porto Velho reclamam da falta de transporte
Segundo os trabalhadores a greve é em decorrência dos atrasos salariais e descumprimentos trabalhistas por parte da empresa que administra os ônibus.
“A empresa vem atrasando os salários dos trabalhadores, férias e benefícios. São pais de família que se veem prejudicados com a retirada desses cumprimentos salariais”, afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo (Sitetuperon), Francinei Oliveira.