Volante do Panamá: ‘Não estamos na Copa apenas para trocar camisas’

Lance

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A missão do Panamá na Copa do Mundo é dura. Terá que superar adversários como Inglaterra, Bélgica e Tunísia para chegar às oitavas de final logo na sua estreia na competição. No entanto, o pensamento dos jogadores é buscar a vaga na próxima fase.

Para o volante Valentín Pimentel, o Panamá não está na Copa do Mundo apenas para trocar camisas com os rivais. O jogador reconheceu as dificuldades, mas ressaltou que o feito da Costa Rica em 2014 serve como inspiração.

– Nós como uma equipe profissional não viemos com a ideia de trocar camisas, mas de fazer um bom trabalho, de conquistar objetivos e ter um bom desempenho. Assim, conseguir demonstrar que o Panamá tem a capacidade de estar nas próximas Copas do Mundo – afirmou o jogador, lembrando que a Costa Rica avançou em um grupo com Inglaterra, Uruguai e Itália em 2014.

Pimentel, que atua no Plaza Amador, time do Panamá, recordou que assistir às partidas de Copa do Mundo quando criança em seu país e agora “pode disputar uma, que é uma experiência inesquecível”.

– Espero que este Mundial seja inesquecível e que a seleção possa avançar de fase e chegar o mais longe possível – analisou.

O Panamá estreia na Copa do Mundo na próxima segunda-feira, às 12h (de Brasília), diante da Bélgica.

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Gramado duro, elefante branco de R$ 1,8 bilhão. Russos desinteressados

Elefante branco de R$ 1,8 milhão e gramado duro. Estádio da estreia do Brasil

Elefante branco de R$ 1,8 milhão e gramado duro. Estádio da estreia do Brasil
Divulgação/Fifa

Rostov, Rússia

Temperatura oscilando entre 27 e 17 graus. 

Esta é a previsão para domingo, aqui, em Rostov. 

Um alívio para brasileiros e suíços. 

O clima hoje na cidade foi senegalesco, chegando a abafados 33 graus. Se Tite está tomado pela expectativa, o mesmo não se aplica para a população local.

Os russos da Cidade da Morte, apelido dado pelos assassinos em série nascidos no lugar. Quem não souber que há Copa do Mundo, não teria a menor ideia pela cidade. 

A ligação com o FC Rostov, time do principal Campeonato Russo é frágil demais. Sua média de torcedores raramente passa dos 20 mil durante os torneios durante o ano. Mesmo assim, ganhou um estádio de R$ 1,8 bilhão. E com capacidade para 45 mil espectadores. Um elefante branco de tamanho médico.

O grosso da população da cidade aprecia o hóquei sobre o gelo.

Foi fácil perceber que as obras em torno do estádio seguem atrasadas. Principalmente em torno da arena. Trabalhadores neste final de tarde aqui na Rússia, se esforçavam para aplainar o terreno que deveria estar coberto de grama. E ainda está irregular, sem planta alguma. A aparência é de abandono.

Dentro da moderna arena que receberá cinco partidas do Mundial, funcionários trabalhavam no gramado. A preocupação era deixá-lo o melhor possível, para o reconhecimento que brasileiros e suíços farão amanhã. Funcionários davam os últimos retoques na delimitação da grande área. 

E também o gramado era molhado. Nos jogos que serviram de testes para o estádio construído para a Copa, a reclamação era que o piso estava duro. Este pode ser ruim para quem volta de contusão, como Neymar. Por isso, a possibilidade de que o piso seja novamente molhado pouco antes do jogo é uma realidade.

As ruas apertadas de Rostov já foram alteradas para os 30 mil torcedores do Exterior, principalmente brasileiros e suíços esperados entre amanhã e domigo. Os russos locais serão minoria.

A Copa para o Brasil começará em um cenário conhecido.

Em um elefante branco…

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