Raí vê Choque-Rei como pior jogo do São Paulo, mas promete reação

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O São Paulo já vinha caindo de rendimento nas últimas partidas, mas foi ainda pior contra o Palmeiras. Essa é a análise de Raí, diretor de futebol do Tricolor, após a derrota por 2 a 0 para o rival no Morumbi.

– O São Paulo caiu nos últimos jogos. E esse acho que foi atípico. Não foi só jogar mal. O time não reagiu. Nos outros jogos em que a gente caiu de produção, o time reagiu e até merecia ganhar. Merecíamos ganhar aqui com o América-MG mesmo não jogando tão bem, contra o Botafogo tivemos chances de ganhar. Acho que hoje foi o jogo em que o time realmente esteve bem abaixo da média do Brasileirão. Mas a gente fez muita coisa boa até aqui. Temos um grupo ótimo, uma comissão que sabe trabalhar. É fazer uma auto-análise e reagir rápido. A gente tem que se manter ali no grupo de elite – disse o dirigente, que bateu muito na tecla da “auto-crítica”:

– Temos que fazer uma auto-crítica e reagir, reagir rápido. O São Paulo ainda está a quatro pontos do líder, o que a gente fez até aqui tem muito mérito, mas tem que saber o momento de fazer auto-crítica, análise. O grupo, o time, a comissão técnica. Temos que saber reagir.

Raí agradeceu ao torcedor são-paulino, que foi novamente em peso ao estádio (quase 57 mil pagantes) e prometeu que a reação virá. A próxima partida do Tricolor será contra o Internacional, que tem os mesmos 52 pontos, no Beira-Rio. O líder Palmeiras tem quatro pontos a mais.

– Temos um grupo maduro, que sabe lidar com o momento difícil e tenho certeza que vai reagir. Quero agradecer a torcida, que compareceu em massa mais uma vez, e garantir para ela que esse time vai reagir – emendou o ídolo, antes de tentar explicar os motivos da queda de produção:

– Uma coisa óbvia é que o São Paulo ficou muito visado. Tivemos vários desfalques também. Junta-se as duas coisas. Os times vêm conhecendo melhor o São Paulo, além dos desfalques. Acho que são os motivos maiores. Os jogadores que estavam fora estão voltando e vamos trabalhar para sair disso.

Deyverson diz ser como Chaves: ‘Ninguém tem paciência comigo’

Como já tinha feito contra o Corinthians, no último dia 9, Deyverson voltou a balançar as redes em um clássico neste sábado, fechando a vitória por 2 a 0 diante do São Paulo. Mas, mais uma vez, chamou atenção também por seu temperamento. E usou a tatuagem do Chaves, personagem da série de sucesso mexicana, que tem no braço direito para se explicar.

– Não sou maluco, sou alegre, brincalhão. Sou um menino maluquinho. Como tenho tatuagem do Chaves: ninguém tem paciência comigo. E falam que essa tatuagem cai muito bem. O Oscar (Rodriguez, preparador de goleiros) até canta: ‘Deyvinho, ninguém tem paciência contigo’. Mas nunca vou mudar minha essência – cantou, sorrindo.

– O Dudu me chama de raspadinha. Tenho um monte de apelido. Sou um cara muito feliz, por isso que brincam muito comigo e têm um carinho comigo. Sou um cara muito extrovertido, alegre, feliz, nunca faltou um sorriso no meu rosto mesmo enquanto fiquei tanto tempo sem jogar. Minha mãe me ensinou uma coisa: podemos não ter nada, mas amor não pode faltar em casa.

Foi falando assim que o camisa 16 explicou, inclusive, uma discussão entre ele e Lucas Lima a caminho dos vestiários no intervalo, quando o Palmeiras já vencia por 2 a 0. Segundo Deyverson, o próprio Lucas Lima lhe pediu calma, algo que o próprio atacante admite que precisa ter.

– Sou um menino muito elétrico mesmo, até falando, na Espanha diziam para eu ser mais calmo. Mas sou assim, não vou mudar. O Felipe Melo falou para mim: ‘não muda sua maneira de ser’. Minha mãe fala: ‘você é um jogador profissional, tenha mais calma, fica mais em casa, uma figura pública como você não pode sair tanto como você sai’. Mas gosto de ir em shopping e sou muito privilegiado de estar com grandes jogadores e no Palmeiras, um clube tão grande quando Barcelona e Real Madrid – elogiou.

– Sou um jogador muito alegre, muito hiperativo. Minha mãe mesmo fala isso. Mas sou muito coração. Não vou me engrandecer jamais para poder ganhar mídia. Sei que isso está me atrapalhando bastante, e prejudica meus companheiros e o Palmeiras essas coisas que venho fazendo. Para quem me critica, saiba que sou um menino muito tranquilo. Peço até desculpas às crianças que se espelham em mim, não faço por mal. É como o professor falou: preciso tomar um pouco de Maracugina para ficar mais calmo – continuou.

Deyverson exibe tatuagem do Chaves

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São Paulo x Palmeiras

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