Carlos Ghosn deixa o Japão e viaja para o Líbano, diz jornal


Brasileiro, ex-presidente da Renault-Nissan-Mitsubishi, cumpre prisão domicilar. Carlos Ghosn deixa prisão em Tóquio nesta quinta-feira (25)
Issei Kato/Reuters
O ex-presidente da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, o brasileiro Carlos Ghosn deixou a prisão domiciliar no Japão e viajou para o Líbano nesta segunda-feira (30), disse o jornal libanês L’Orient-Le Jour.
De acordo com o jornal, ainda não estão claras as razões da viagem. Ghosn teria chegado ao Líbano em um jato particular, partindo da Turquia.
Segundo a agência Reuters, não houve confirmação imediata de fontes oficiais.
Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora
Não ficou claro se Ghosn, que tem cidadania francesa e libanesa, poderia deixar o Japão, onde ele está sob restrições estritas impostas pela corte a seus movimentos.
Ghosn foi preso pela primeira vez em novembro de 2018, acusado de má conduta financeira, ao emitir parte de seus rendimentos, bem como utilizar indevidamente verbas das empresas. Quase quatro meses depois, é solto, após pagar fiança.
Em abril, um mês depois de ser solto, o brasileiro foi preso novamente, sob novas acusações. Após pagar uma nova fiança, Ghosn novamente deixou a prisão, ainda em abril.
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Arte/G1