Brasil sobe cinco posições e fica no 57º lugar no Índice Global de Inovação


Embora o Brasil tenha melhorado de posição na edição deste ano, o país já ocupou posições mais privilegiadas. Em 2011, por exemplo, estava no 47º lugar do ranking. A economia brasileira subiu cinco posições e passou para a 57ª posição entre 132 países analisados na edição deste ano do Índice Global de Inovação.
O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (20) pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês) em parceria com outras instituições. No Brasil, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) é parceria na divulgação dos dados.
Embora o Brasil tenha melhorado de classificação na edição deste ano, o país já ocupou posições mais privilegiadas. Em 2011, por exemplo, estava no 47º lugar do ranking.
“Na avaliação da CNI, a colocação brasileira é incompatível com o fato de o país ser a 12ª maior economia do planeta, em 2020, e com a realidade de termos um setor empresarial sofisticado”, destaca a entidade.
A liderança do ranking é da Suíça, seguida pela Suécia e pelos Estados Unidos. Veja os 10 primeiros colocados abaixo:
Os países líderes
Economia G1
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O Índice Global de Inovação elabora a sua classificação com base em indicadores como instituições, capital humano e pesquisa, infraestrutura, sofisticação de mercado, sofisticação empresarial, produtos de conhecimento e produtos criativos.
Em 2021, o Brasil se destaca em sofisticação empresarial (34ª posição) e capital humano e pesquisa (48ª posição). E tem o pior desempenho no quesito instituições (78º lugar).
América Latina
Na América Latina e no Caribe, o Brasil aparece na quarta colocação entre as 18 economias avaliadas. O país ficou atrás de Chile (53º), México (55º) e Costa Rica (56º).
Na comparação com os países dos Brics, só ocupa uma posição melhor do que a da África do Sul, que está em 61º lugar. A China é a 12º colocada, a Rússia está no 45º lugar e a Índia, no 46º.