Bovespa opera em alta; Petrobras sobe mais de 2% após reajuste do diesel

Na véspera, Ibovespa fechou em queda de 1,11%, a 93.284 pontos, após adiamento de votação da reforma da Previdência na CCJ da Câmara. O principal indicador da bolsa paulista, a B3, opera em alta nesta quinta-feira (18), véspera de feriado, impulsionada pela alta das ações da Petrobras.
Às 10h44, o Ibovespa subia 0,96%, a 94.225 pontos. Veja mais cotações.
Perto do mesmo horário, as ações da Petrobras subiam acima de 2%, liderando as altas do índice. Na véspera, a estatal anunciou reajuste médio de 4,84% no preço do diesel nas refinarias e reafirmou que a sua política de preços continuará seguindo o mercado internacional.
Na outra ponta, Cielo caía mais de 7% após a rival Rede, do Itaú Unibanco, zerar taxa de antecipação de recebíveis de lojias no cartão de crédito à vista, acirrando o ambiente de competição no setor de meios de pagamentos no país.
Petrobras anuncia alta de R$ 0,10 por litro no diesel
Na véspera, a Bolsa fechou em queda de 1,11%, a 93.284 pontos, reagindo ao noticiário político após deputados adiaram para a próxima semana a votação da reforma na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara por falta de acordo.
No acumulado na semana até a véspera, o Ibovespa ainda acumula alta de 0,44%. No mês, porém, tem queda de 2,23%. No ano, a valorização acumulada é de 6,14%.
Na véspera, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) adiou a votação da admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição que muda as regras das aposentadorias para discutir a retirada e pontos polêmicos da PEC. Com a decisão, o parecer sobre a admissibilidade da reforma pode ser votado na próxima terça-feira.
“O adiamento mostra que o governo segue com muita dificuldade na articulação política”, disse à Reuters o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos, citando que continua acompanhando a falta de apoio e possíveis mudanças no texto.
“O atraso na tramitação e a possibilidade de a proposta perder fôlego já na primeira etapa de sua tramitação pesou sobre a avaliação de risco do mercado doméstico”, resumiu o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima, em nota a clientes.
Presidente da CCJ diz que votação da Previdência ficará para semana que vem
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