Bob Dylan é processado por abuso sexual de menina de 12 anos em 1965; cantor nega acusação


Mulher que o acusa diz que ele ofereceu drogas e álcool e abusou sexualmente dela em 1965 e quer que caso vá a júri; representante do cantor diz que acusação é falsa e será desmentida. Foto de 2012 mostra cantor norte-americano Bob Dylan no segundo dia do Hop Festival em Paddock Wood, Kent, Reino Unido
Reuters/Ki Price
Uma mulher entrou com um processo contra Bob Dylan em Nova York, acusando o cantor de abusar sexualmente dela em 1965, quando ela tinha 12 anos. Um representante do cantor disse à revista “Rolling Stone” que “a acusação de 56 anos atrás é falsa e será vigorosamente desmentida”.
A mulher, cujo nome não é revelado no processo, diz que os abusos aconteceram entre abril e maio de 1965, quando o cantor teria oferecido drogas e álcool com o objetivo de abusar sexualmente várias vezes dela no quarto de Dylan no Hotel Chelsea, em Nova York.
Ela pretende levar o caso ao tribunal do júri. A ação foi registrada no dia 13 de agosto, no prazo de uma lei chamada Child Victims’ Act, que permite que pessoas que acusam abusos sexuais durante a infância entrem com processos mesmo fora do prazo de prescrição legal.
Nelson Motta conta a história dos 80 anos de vida de Bob Dylan