Após 3 meses, unidades de saúde do Amapá são reabastecidas com a vacina pentavalente


Estado recebeu da Anvisa 5 mil doses que estão sendo distribuídas para os 16 municípios. Para Macapá foram repassadas 2 mil unidades. Vacina estava em falta em todo o país desde dezembro. Vacina Pentavalente voltou a ser distribuídas aos 16 municípios do Amapá
Rita Torrinha/G1
Depois de ficar três meses sem abastecimento da vacina pentavalente, que estava em falta em todo o país, o Amapá voltou a receber a substância no dia 15 de março. Cinco mil doses chegaram ao estado e estão sendo distribuídas aos 16 municípios. A coordenação da Central de Abastecimento de Imunobiológico estadual garante que a situação está normalizada.
Coordenadora da central, Andréa Marvão explicou que o motivo do atraso se deu porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estava analisando a fórmula da vacina, procedimento normal antes da distribuição dos lotes às cidades.
Coordenadora da Central de Abastecimento de Imunobiológico do Amapá, Andréa Marvão
Rita Torrinha/G1
Apesar do desabastecimento, Andréa afirma que, até janeiro, as unidades de saúde da capital, de Santana e algumas comunidades do interior do estado ainda foram abastecidas. A distribuição para os municípios iniciou no dia 16. Só Macapá recebeu 2 mil doses.
“Os municípios recebem a vacina uma vez ao mês. A pentavalente integra o Calendário Básico de Vacinação da Criança do Ministério da Saúde e imuniza contra cinco doenças: tétano, difteria, meningite e coqueluche e é aplicada nos bebês em três doses, quando completam dois, três e seis meses de vida”, esclareceu Andréa.
Cleide dos Santos, diretora de imunização de Tartarugalzinho, a 230 quilômetros de Macapá, recebeu 96 doses da pentavalente para administrar nas crianças do município. Ela contou que a cidade atende também a demanda de Pracuuba, mas que a quantidade é suficiente pra atender a população.
Pais e responsáveis que estão com o cartão da criança desatualizado, podem procurar qualquer unidade de saúde dos municípios para regularizar a situação e garantir a proteção do bebê.
Pais podem levar os bebês para serem vacinados em qualquer unidade de saúde
Claudio Fachel/Arquivo/Palácio Piratini
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