Impressora 3D gigante fabrica barco de verdade em apenas 72 horas

A Universidade de Maine, nos EUA, registrou três
recordes mundiais de uma só vez. Eles construíram a maior impressora 3D do mundo,
imprimiram o maior objeto, um barco de verdade, e tudo isso em apenas 72 horas. No dia
10 de outubro a Universidade entrou para o Guinness Book

 

*Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Marques

O barco recebeu o nome de 3Dirigo e começou a ser impresso na
tarde do dia 19 de setembro e finalizado no dia 22 de setembro
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Após apenas 72 horas a universidade concluiu uma embarcação com pouco mais de 7 metros de altura e de cerca de 2 toneladas

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O barco custou 40 mil dólares, cerca de R$ 166 mil, e flutuou perfeitamente. O projeto foi testado no Laboratório de Engenharia Oceânica Alfond
W², que tem uma piscina gigante com máquinas que simulam ventos em mar
aberto e ondas multidirecional

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A máquina utiliza matéria-prima de base biológica nas impressões, ou seja, a produção é mais econômica e será possível fazer a reciclagem quando o barco não tiver mais utilidade

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A Universidade de Maine também tem uma parceria com
o exército dos Estados Unidos para ajudar no desenvolvimento de sistemas de abrigos
para os soldados pudessem ser erguidos rapidamente

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Em comunicado à imprensa, a universidade disse que o barco não é o maior objeto que a impressora pode imprimir. Podem ser produzidas peças de 30 metros de comprimento, 6,5 metros de
largura e três metros de altura. A cada hora de trabalho, o equipamento consegue construir objetos com peso de 226,8 quilos

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Facebook pode ser multado em US$ 35 bi por não respeitar privacidade

Facebook pode pagar multa bilionária

Facebook pode pagar multa bilionária
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Facebook pode ser multado em US$ 35 bilhões por não respeitar a privacidade dos usuários. Uma ação movida no Estado americano de Illinois afirma que a empresa não pediu autorização dos usuários para fazer o reconhecimento facial em fotos.

Em Illinois não é permitido o uso de reconhecimento facial sem autorização prévia dos usuários. No ano passado, um juiz já havia alertado sobre isso. A prática teria começado em 2011 e pode render uma multa entre US$ 1 mil e US$ 5 mil por cidadão, o que resultaria em pena máxima de US$ 35 bilhões. Segundo o Estado americano, a empresa aplicou o reconhecimento facial em cerca de 7 milhões de pessoas que lá vivem.

O Facebook argumenta que os usuários não poderiam processar a empresa uma vez que o o mapeamento de seus dados faciais não os fez perder dinheiro ou sofrer qualquer dano econômico. Segundo a empresa, não há prejuízo envolvido. “O Facebook sempre avisou as pessoas sobre o uso de reconhecimento facial e deu a elas controle sobre o seu uso. Estamos estudando nossas opções e vamos continuar a nos defender vigorosamente”, diz a mensagem.

Esta questão jurídica fez com que as ações do Facebook, nessa sexta, caírem 2,25%.