Antes de reabrir, teatro em Berlim arranca cadeiras para manter distanciamento na plateia


Restaram 200 dos 700 lugares do teatro da famosa companhia Berliner Ensemble. Instituição voltará a funcionar em setembro. Plateia do teatro da companhia Berliner Ensemble, em Berlim, com cadeiras separadas para manter distanciamento social
Britta Pedersen/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance via AFP
Antes de reabrir, em setembro, o teatro da famosa companhia de teatro Berliner Ensemble, em Berlim, mudou a configuração de suas cadeiras para manter o distanciamento social na plateia.
Vários assentos foram arrancados para aumentar o espaço entre os espectadores e evitar o contágio do coronavírus. Sobraram 200 dos 700 lugares habituais.
Plateia do teatro da companhia Berliner Ensemble, em Berlim, com cadeiras separadas para manter distanciamento social
Britta Pedersen/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance via AFP
O diretor artístico do teatro, Oliver Reese, definiu o arranjo temporário de cadeiras como uma “solução criativa” para manter a segurança do público em tempos de pandemia.
“Não é apenas nossa principal missão e obrigação como teatro público, mas também nosso desejo sincero de voltar ao palco”, escreveu em um email enviado à imprensa. “Todos ansiamos pela normalidade. Mas tenho certeza absoluta de que nosso teatro funcionará com a mesma energia para 200 pessoas.”
O teatro foi construído em 1892 e abriga a companhia de teatro do dramaturgo Bertolt Brecht (1898-1956) desde 1954.
Plateia do teatro da companhia Berliner Ensemble, em Berlim, com cadeiras separadas para manter distanciamento social
Britta Pedersen/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance via AFP
Plateia do teatro da companhia Berliner Ensemble, em Berlim, com cadeiras separadas para manter distanciamento social
Britta Pedersen/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance via AFP

Please enter banners and links.

‘A Vida Invisível’ vence prêmio de público no Festival de Cinema do Panamá


Filme de Karim Aïnouz foi o mais votado pelo público do festival, que devido à pandemia, assistiu às projeções através de uma plataforma online. Cena do filme A Vida Invisível
Divulgação
O longa-metragem “A Vida Invisível”, do brasileiro Karim Aïnouz, venceu o prêmio de público da 9ª edição do Festival Internacional de Cinema do Panamá, realizado virtualmente devido à pandemia do novo coronavírus.
O filme de Aïnouz foi o mais votado pelo público, que teve que assistir às projeções através de uma plataforma online, anunciou a organização do festival pelo Twitter.
Initial plugin text
A fita, uma produção de 2019 entre o Brasil e a Alemanha, conta a história de duas irmãs que tentam se encontrar após sua separação no Brasil dos anos 1950.
A obra, protagonizada por Carol Duarte e Julia Stockler, ganhou em 2019 um dos prêmios de melhor filme do Festival de Cannes.
A mostra original com público e salas estava prevista de 26 de março a 1º de abril, mas foi cancelada devido às medidas decretadas para conter a pandemia.
O festival foi, então, celebrado virtualmente entre 22 e 26 de maio, com 13 produções de 16 países.
“A resposta do público foi muito boa se levarmos em conta os momentos que vivemos. Mas conseguimos, as pessoas responderam solidariamente porque sentia falta do seu festival”, disse à AFP a diretora do evento, Pituka Ortega.
Na organização do festival havia temor da resposta do público, dada a enorme oferta das plataformas digitais para assistir a filmes nos últimos dois meses.
“Nossa aposta era que trazíamos um cinema fresco, novo, que a maioria das pessoas não pudessem ver em outras plataformas, pelo menos na região centro-americana”, disse Ortega.
Além de “A Vida Invisível”, participaram do festival “Sorry We Missed You”, do inglês Ken Loach; “Araña”, do chileno Andrés Wood; “Así habló el cambista”, do uruguaio Federico Veiroj; e a produção coletiva centro-americana “Días de Luz”, entre outros.
Karim Aïnouz e elenco falam sobre ‘A vida invisível’

Please enter banners and links.