Inscrições do concurso para professor da rede estadual da PB começam nesta quarta-feira (24)


São ofertadas 1 mil vagas; inscrições podem ser feitas online ou presencialmente. Inscrições de concurso para professor da rede estadual da Paraíba podem ser feitas de 24 de abril a 6 de junho
Divulgação
As inscrições para o concurso público com 1 mil vagas para professor da rede estadual da educação básica da Paraíba podem ser feitas a partir desta quarta-feira (24), pela internet ou presencialmente, em João Pessoa. Conforme o edital, o prazo termina no dia 6 de junho.
Veja edital do concurso para professor do Estado da Paraíba, a partir da página 9
As inscrições online devem ser feitas no site da organizadora, o instituto AOCP. No caso da inscrição presencial, para os candidatos que não têm acesso à internet, o posto estará localizado na Escola Estadual Lyceu Paraibano, na Avenida Presidente Getúlio Vargas, localizada no Centro, em João Pessoa. O ponto vai funcionar das 10h às 14h, de segunda a sexta-feira, no mesmo período da inscrição online.
A taxa de inscrição custa R$ 39 para todos os cargos. De acordo com o edital, o prazo para pedir isenção da taxa começa no dia 24 de abril e até o dia 30 do mesmo mês.
As vagas são para 13 disciplinas do ensino médio e estão distribuídas nas 14 Gerências Regionais de Educação. O maior número de oportunidades, 199, segundo o edital, é para a disciplina de matemática, seguido por língua portuguesa, com 195. O vencimento previsto pelo edital é de R$ 2.110.12, para uma carga horária de 30 horas semanais.
O concurso será composto por duas fases, sendo a prova objetiva, de caráter classificatório e eliminatório, e a prova de títulos, unicamente de caráter classificatório. As provas serão realizadas nos municípios sede de cada gerência, na data prevista de 21 de julho.
Concurso para professor do Estado da Paraíba
Vagas: 1 mil
Nível: superior
Vencimentos: R$ 2.110.12
Prazo de inscrição: 24/04/2019 até 06/06/2019
Local de inscrição: site da organizadora, Instituto AOCP
Taxa de inscrição: R$ 39
Provas: 21/07/2019
Edital do concurso para professor do Estado da Paraíba

Benefícios fiscais da União a fábricas de automóveis somaram R$ 53,8 bi nos últimos 16 anos

O governo federal abriu mão de arrecadar R$ 53,8 bilhões em impostos ao conceder benefícios fiscais ao setor automotivo nos últimos 16 anos, segundo dados do Ministério da Economia.
Entre 2003 e 2018, a renúncia fiscal mais que triplicou. Passou de R$ 1,7 bilhão em 2003 para R$ 5,4 bilhões no ano passado. Para efeito de comparação, o valor de 2018 corresponde a 83% de todas as despesas executadas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia no ano passado.
Segundo o Ministério da Economia, 97% dos subsídios ao setor se concentraram na região Nordeste em 2018. Os 3% restantes foram para indústrias instaladas no Centro-Oeste.
O setor tem um longo histórico de incentivos e benesses fiscais. Nessa conta bilionária, estão as desonerações do programa Inovar Auto, que vigorou de 2012 a 2017 e acabou sendo condenado pela Organização Mundial do Comércio.
O órgão internacional atendeu às queixas feitas pela União Europeia e pelo Japão e considerou os subsídios ilegais. O programa foi substituído pelo Rota 2030, sancionado no fim de 2018 pelo então presidente Michel Temer.
Serão mais R$ 1,5 bilhão ao ano em incentivos às montadoras em troca de investimentos na área de pesquisa e eficiência energética. Mas com uma diferença importante: o Rota 2030 acaba com o “super IPI” aos importados – uma alíquota de 30 pontos porcentuais extras que era aplicada aos modelos que vinham de fora do país.
Na visão das montadoras, os subsídios são apenas um pequeno alívio em meio a um mar de impostos.
Em entrevista à GloboNews, no início de abril, o presidente da Volkswagen para a América do Sul, Pablo Di Si, foi categórico ao dizer que a indústria brasileira não é competitiva porque “exporta impostos”.
No total, os subsídios tributários somaram R$ 292,8 bilhões em 2018, o equivalente a 4,3% do PIB. Uma cifra que preocupa a equipe econômica. Segundo o ministério da Economia, se as isenções tivessem sido reduzidas para o patamar de 2003, em torno de 2% do PIB, o governo teria fechado 2018 com as contas no azul, em vez do déficit de R$ 116 bilhões.