Fiat Mobi fica mais caro, e Renault Kwid passa a ser o carro novo mais barato do Brasil


Apenas os dois modelos podem ser encontrados por menos de R$ 40 mil. G1 lista os 10 carros mais baratos à venda no país. Renault Kwid Zen
Divulgação
Durou pouco menos de dois meses o “título” do Fiat Mobi de carro novo mais barato à venda no Brasil. Com o reajuste de R$ 1,5 mil em sua versão de entrada, ele passou a custar R$ 34.990, e perdeu o posto para o Renault Kwid Life, de R$ 34.790.
O site da Fiat também não oferece mais a opção de câmbio automatizado para o modelo.
O Mobi havia assumido o posto de mais em conta do país em novembro, com o fim da produção e venda do Caoa Chery QQ. Veja todos os preços de Kwid e Mobi:
Fiat Mobi GSR deixou de ser oferecido no site da Fiat
Divulgação/Fiat
Kwid
Life – R$ 34.790
Zen – R$ 40.390
Intense – R$ 42.890
Outsider – R$ 45.390
Mobi
Easy – R$ 34.990
Easy Comfort – R$ 37.840
Like – R$ 41.190
Way – R$ 42.340
Drive – R$ 44.840
O G1 também listou os 10 carros novos mais baratos do Brasil neste fim de janeiro. Assim como em novembro, só Kwid e Mobi custam menos de R$ 40 mil.
Depois, a lista só traz modelos que custam mais de R$ 45 mil – os dois últimos colocados, inclusive, se aproximam dos R$ 50 mil.
Veja a lista completa:
Renault Kwid Life – R$ 34.790
Fiat Mobi Easy – R$ 34.990
Fiat Uno Attractive – R$ 44.190
Hyundai HB20 Sense – R$ 44.990
Ford Ka S – R$ 46.680
Volkswagen Gol 1.0 – R$ 47.020
Renault Sandero Life – R$ 47.990
Fiat Grand Siena Attractive – R$ 47.990
Chevrolet Joy – R$ 48.690
Fiat Argo 1.0 – R$ 48.990

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Facebook está progredindo na proteção de eleições, diz executivo

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<span class="credit_box ">Dado Ruvic/Reuters</span>
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O Facebook fará neste ano um trabalho melhor do que fez há quatro anos para impedir que abusem de sua plataforma para manipular eleições presidenciais dos Estados Unidos, disse o chefe de relações públicas da empresa, Nick Clegg, na segunda-feira (20).</p>
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Diante de um público crítico em uma conferência de tecnologia em Munique, na Alemanha, Clegg, um ex-vice-primeiro ministro britânico e contratado pelo Facebook em 2018, disse que a interferência de russos e outros agentes na votação de 2016 que elegeu Donald Trump "chocou a todos".</p>
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Mas a rede social já tomou medidas efetivas para reduzir a disseminação de notícias mentirosas, disse ele, enquanto a maioria dos conteúdos políticos extremistas está sendo detectada antes de ser divulgada ao público.</p>
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"Estamos cada vez melhores em proteger eleições contra interferências estrangeiras", afirmou Clegg na conferência de tecnologia DLD. "Seremos capazes de fazer muito melhor nas eleições presidenciais dos EUA este ano do que fizemos quatro anos atrás."</p>
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O relatório do procurador especial dos EUA, Robert Mueller, sobre a suspeita de interferência russa nas eleições presidenciais constatou que agentes da Rússia usaram o Facebook para espalhar mensagens divisivas, incluindo notícias falsas, para ajudar a eleger Donald Trump e prejudicar sua oponente Hillary Clinton.</p>
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O Facebook entrou em crise quase dois anos atrás por revelações de que a consultoria política britânica Cambridge Analytica havia usado dados coletados de milhões de usuários desavisados para direcionar anúncios eleitorais.</p>
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Na plateia do evento desta segunda-feira, estava a ex-funcionária da Cambridge Analytica e delatora Brittany Kaiser que, em uma pergunta a Clegg, acusou o Facebook de comparar erroneamente a adequada tarefa de moderar o conteúdo de sua plataforma à censura.</p>
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Clegg, mantendo a calma, respeitosamente discordou: "Acho que não. Precisamos encontrar o equilíbrio certo."</p>

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<div class="content">Não nos deixe em pedaços</div>
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Em um editorial em um jornal, Clegg resistiu aos apelos de divisão das empresas gigantes de tecnologia dos EUA, pedindo aos parlamentares e reguladores que tomem medidas para criar um ambiente mais propício à concorrência.</p>
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"A regulamentação do setor de tecnologia é uma maneira muito mais eficaz de garantir que a tecnologia atenda às necessidades da sociedade do que simplesmente dividir as empresas de sucesso em pedaços", escreveu ele no jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung.</p>
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Ele pediu à nova Comissão Executiva da União Europeia para facilitar aos usuários do Facebook a transferência de dados para outra rede social.</p>
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"Se queremos uma internet aberta e competitiva, na qual novos serviços possam competir com grandes plataformas como o Facebook, precisamos permitir que as pessoas transfiram seus dados de um serviço para outro", escreveu ele.</p>

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