Banda punk Mercenárias, sucesso na cena indie dos anos 1980, ganha biografia em 2021


Trajetória transgressora do feminino quarteto paulistano é contada em narrativa concentrada no período 1982-1988. ♪ Em 1986, quando o grupo Titãs cresceu aos olhos do público e da crítica com Cabeça dinossauro, álbum de virulência punk, outra banda paulistana lançou álbum igualmente cheio de som e fúria punk com músicas que também alvejavam instituições sociais como a igreja e a polícia.
Formada em 1982, essa banda era as Mercenárias, cuja formação clássica incluiu Rosália Munhoz (voz), Ana Maria Machado (guitarra e vocal), Sandra Coutinho (baixo) e Lou (bateria), sendo que o guitarrista Edgard Scandurra também integrou o grupo como baterista até ser substituído por Lou. Cadê as armas? era o título daquele disco punk lançado pelo selo indie Baratos Afins.
Essa trajetória transgressora – encerrada em 1988 com a demissão das Mercenárias pela EMI-Odeon, gravadora pela qual a banda feminina lançou o segundo e último álbum, Trashland (1987) – será contada pelo jornalista paulistano Lucas Lima em biografia prevista para ser editada em 2021.
Reativada nos anos 2000, a banda Mercenárias está em cena atualmente como power trio formado pela baixista-fundadora Sandra Coutinho com a baterista Michelle Abu e a guitarrista Marianne Crestani.
Contudo, a narrativa encadeada por Lucas Lima no livro intitulado Somos sucesso – A biografia das Mercenárias está concentrada no período que vai de 1982 a 1988, partindo de 1977, ano em que integrantes da banda se conheceram em invasão em faculdade da cidade de São Paulo (SP) para fins políticos.
A propósito, a biografia é resultado da expansão do texto apresentado pelo autor do livro em dezembro de 2019 como trabalho de conclusão de curso universitário. A pesquisa para a redação desse texto biográfico começou em 2018 e incluiu entrevistas com ex-integrantes da banda e com testemunhas oculares da história das Mercenárias.
Cada capítulo do livro será aberto com ilustração de Paloma Miguel. Fotos da época áurea da banda também estarão nas páginas da biografia em que Lucas Lima pretende mostrar que, dentro do circuito alternativo do rock brasileiros dos anos 1980, as Mercenárias foram sucesso.

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Tesla está muito perto de atingir ‘autonomia completa’ para carro dirigir sem motorista, diz Musk


Presidente da fabricante de carros disse que Tesla está perto de alcançar o nível 5 da tecnologia de condução autônoma. Sistema Autopilot da Tesla é testado em evento na Califórnia
REUTERS/Beck Diefenbach
A Tesla está “muito perto” de atingir o nível 5 de tecnologia de condução autônoma, disse o presidente da companhia, Elon Musk, nesta quinta-feira (9), referindo-se a capacidade da tecnologia de dirigir em vias sem um motorista humano.
“Estou extremamente confiante de que o nível 5 ou uma autonomia essencialmente completa acontecerá e acho que acontecerá muito rapidamente”, disse Musk em comentários feitos em uma mensagem de vídeo na abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC) de Xangai.
“Continuo confiante de que teremos a funcionalidade básica para a autonomia de nível 5 completa este ano.”
As montadoras e empresas de tecnologia, incluindo a Alphabet e a Uber Technologies estão investindo bilhões no setor de direção autônoma.
No entanto, especialistas da área disseram que levaria tempo para a tecnologia ficar pronta e o público confiar totalmente em veículos autônomos.
A Tesla também está desenvolvendo novos sistemas de projeção de calor ou refrigeração para permitir computadores mais avançados nos carros, disse Musk. A Tesla se tornou a montadora com maior valor de mercado à medida que suas ações atingiram cotações recordes, superando o valor de mercado da rival Toyota.

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