Confirmado para setembro, Festival de Cinema de Veneza deve contar com menos filmes


Luca Zai, governador de Vêneto, disse que evento segue programado à medida que a disseminação do novo coronavírus diminui no país. Funcionário trabalha na montagem do Festival
Reuters
O Festival de Cinema de Veneza ocorrerá conforme o planejado, no início de setembro, disse o governador da região que cerca a cidade italiana, Luca Zaia, neste domingo, à medida que a disseminação do novo coronavírus diminui no país.
Organizado pela empresa Bienal de Veneza, o festival de cinema da cidade italiana é o mais antigo do mundo. Em janeiro, foi anunciado que Cate Blanchett comandaria sua 77ª edição.
Devido à interrupção da indústria cinematográfica em todo o mundo para limitar a propagação do vírus, o festival provavelmente terá um número menor de filmes exibidos, disse Zaia, que também é membro do conselho da Bienal de Veneza.
O Festival de Cannes, o maior do mundo, foi forçado a adiar sua última edição em maio por causa da epidemia.
A Itália planeja suspender todas as restrições de viagens a partir de 3 de junho e os viajantes dos países da União Europeia poderão entrar no país sem ter que cumprir quarentena.
Leia também: 17ª edição do Bienal de Arquitetura de Veneza é adiada para 2021

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MEC suspende pagamento de parcelas do Fies devido à pandemia do coronavírus

A decisão vale para contratos que estavam em dia quando foi declarado estado de calamidade pública em 20 de março. O Ministério da Educação (MEC) suspendeu nesta segunda-feira (25) o pagamento de parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) por causa da pandemia do coronavírus. A decisão vale para contratos que estavam em dia quando foi declarado estado de calamidade pública em 20 de março.
O Fies é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas. O interessado em suspender o pagamento deve entrar em contato com o agente financeiro do Fies, responsável pelo contrato. O prazo de adesão vai até 31 de dezembro de 2020.
De acordo com a portaria, a suspensão abrange:
2 (duas) parcelas, para os contratos em fase de utilização ou carência;
4 (quatro) parcelas, para os contratos em fase de amortização.
As parcelas na fase de utilização ou carência se referem ao valor pago pelo estudante financiado referente aos juros trimestrais para contratos formalizados até o 2º semestre de 2017.
Já as parcelas de amortização são os valores da prestação a ser paga pelo estudante financiado após a conclusão do curso.
A portaria define que não serão cobrados juros de mora ou multa por atraso de pagamento sobre as parcelas suspensas.
As parcelas suspensas serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados, segundo o MEC.

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