Nego do Borel posta foto em hospital após acidente de moto: ‘Recebi uma segunda chance de vida’


Em imagem, cantor aparece com as mãos enfaixadas. Após acidente, funkeiro passou por cirurgia no pé em um hospital do Rio de Janeiro, onde segue internado. Nego do Borel posta foto em hospital após acidente de moto: ‘Recebi uma segunda chance de vida’
Reprodução/Instagram
Nego do Borel usou suas redes sociais para tranquilizar os fãs e falar sobre o acidente de moto que sofreu nesta segunda-feira (6). A queda aconteceu no condomínio onde ele mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
“Na semana do meu aniversário, posso dizer que eu renasci. Nem sempre entendemos o que Deus quer, mas não precisamos entender, precisamos confiar”, escreveu o cantor, que completa 28 anos nesta sexta-feira (10).
“Recebi uma segunda chance de vida. Para meus fãs, amigos e familiares, estou bem, fui recebido no hospital e muito bem atendido. Precisamos fazer uma leve operação no pé esquerdo, que correu muito bem e que já já vai me deixar 100%.”
“Deus é bom o tempo todo, estou vindo tranquilizar vocês e dizer que agora é hora de me cuidar e de me voltar pro que mais importa: o divino. Bom dia pessoal, vamos com fé.”
Nas redes sociais, o cantor também publicou uma série de vídeos onde diz que está bem e mostra o pé imobilizado após a cirurgia.
A assessoria de imprensa do cantor informou que ele “passa bem e segue em recuperação.” Nego do Borel passou “por um procedimento cirúrgico no tornozelo, de baixa gravidade, após sofrer um tombo de moto na tarde desta segunda-feira.”
Segundo comunicado enviado, “Nego faz questão de manter o compromisso com a entrega das doações com alimentos e itens de higienes no Morro do Borel, na próxima sexta-feira (10). A arrecadação foi feita durante a live do funkeiro e pretende beneficiar outras comunidades da grande Tijuca também.”
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Calor no planeta em junho volta a bater recorde; situação na Sibéria é preocupante

Temperatura média na Sibéria ficou até 10°C acima do que é considerado normal para este mês. O mês de junho de 2020 foi o mais quente registrado no mundo, empatado com junho de 2019, anunciou nesta terça-feira (7) o Programa Copernicus da União Europeia sobre mudanças climáticas, que destaca a persistência de anomalias preocupantes e incêndios na Sibéria.
“Junho de 2020 está empatado com junho de 2019 como o mês de junho mais quente desde que existem registros, 0,53°C acima da média do período 1981-2010”, anunciou o Copernicus em um comunicado, após um mês de maio que também registrou recorde.
Mas o “calor excepcional” na Sibéria Ártica foi o que mais chamou a atenção do serviço europeu.
A temperatura média na região ficou até 10°C acima do que é considerado normal para junho.
Em 20 de junho, durante uma hora, uma temperatura de 37°C foi registrada na Sibéria oriental, um recorde dentro do círculo do Ártico, de acordo com o Programa Copernicus.
Na mesma data, na mesma região, a estação da cidade russa de Verkhoiansk registrou temperatura máxima de 38°C, um possível recorde de calor paro o Ártico que está em processo de verificação pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Corpernicus destaca que as temperaturas “excepcionais” estão relacionadas com diversos fatores que interagem, especialmente o regime de ventos e a cobertura de neve muito reduzida.
Além do mês de junho, a agência insiste sobre um período de vários meses consecutivos de temperaturas muito elevadas em algumas regiões da Sibéria, desde dezembro.
“O que é preocupante é que o Ártico aquece mais rápido que o resto do mundo”, afirmou Carlo Buontempo, diretor do programa europeu.
“Que a Sibéria ocidental tenha registrado temperatura mais elevadas que o normal durante tanto tempo no inverno e na primavera é pouco habitual. E as temperaturas excepcionalmente elevadas na Sibéria ártica em junho também são preocupantes”, completou.
Copernicus também constatou um aumento do número de incêndios e da intensidade dos mesmos no extremo nordeste da Sibéria, e em menor medida no Alasca e no Yukon canadense.
“O que é notável com estes incêndios na Sibéria é que são parecidos com o do ano passado no mesmo período, no que diz respeito à região afetada e extensão”, destaca o analista Mark Parrington.
De acordo com o Copernicus, os incêndios já provocaram a emissão de 59 megatoneladas de CO2 na atmosfera, contra 53 megatoneladas em junho de 2019.
O ano de 2019 já foi considerado “muito excepcional”, destacou Mark Parrington, que teme uma atividade “intensa” nas próximas semanas devido a temperaturas e solos menos úmidos que o normal.
Em consequência do aquecimento global, o planeta já ganhou mais de 1°C desde a era pré-industrial, o que provoca muitos eventos meteorológicos extremos como as ondas de calor, secas ou inundações.
O ano de 2019 foi o segundo mais quente no planeta, depois de 2016, e especialistas acreditam que a temperatura mundial deve superar um novo recorde no próximo período quinquenal (2020-2024).

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