Bong Joon-ho, diretor de ‘Parasita’, será presidente do júri do Festival de Veneza


Evento acontece de 1º a 11 de setembro de 2021. Para diretor artístico do evento italiano, cineasta sul-coreano é ‘hoje uma das vozes mais autênticas e originais do cinema autoral’. Bong Joon-Ho admira as estatuetas que ganhou no Oscar 2020
Eric Gaillard/Reuters
O cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, do premiado “Parasita”, presidirá o júri do 78º Festival de Cinema de Veneza, que acontece de 1º a 11 de setembro, anunciaram os organizadores nesta sexta-feira.
“O diretor Bong Joon-ho presidirá o júri internacional da competição no 78º Festival Internacional de Cinema de Veneza, que premiará com o Leão de Ouro o melhor filme e outros prêmios oficiais”, anunciou a Mostra em comunicado.
“O festival de Veneza tem uma longa história e é uma honra para mim estar associado a esta maravilhosa tradição cinematográfica”, disse o diretor, citado na nota.
“Como presidente do júri, e acima de tudo como incorrigível cinéfilo, estou pronto para admirar e aplaudir todos os grandes filmes selecionados pelo festival. Isso me enche de alegria e de sinceras esperanças”, acrescentou.
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Para Alberto Barrera, diretor artístico da Mostra, o renomado diretor coreano é “hoje uma das vozes mais autênticas e originais do cinema autoral”.
“Estou muito grato a ele por concordar em colocar sua paixão de cinéfilo atento, curioso e sem preconceitos a serviço do nosso festival”, comentou.
A última edição do festival de Veneza foi realizada no início de setembro, como é tradicional, apesar da pandemia do coronavírus.
Não houve registro de nenhum contágio e teve poucos astros de Hollywood e muito cinema independente.
Cena do filme ‘Parasita’
Divulgação
Bong Joon-ho, de 51 anos, é vencedor com “Parasita” da Palma de Ouro no festival de cinema francês de Cannes e de quatro prêmios Oscar (melhor roteiro original, melhor filme estrangeiro, melhor diretor e melhor filme).
Ele também é conhecido por “Cão Que Ladra Não Morde” (2000), “Memórias de um assassino” (2003), “Expresso do Amanhã” (2013) e “Okja” (2017).

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Marília Mendonça aposta na conveniência dos singles autorais originados de live


Cantora lança outra música de criação solitária na sequência de ‘Deprê’. ♪ Embora tenha sido projetada primeiramente como compositora no universo sertanejo, onde somente começou a ser fazer diferença como cantora a partir de 2015, Marília Mendonça tem se mantido recentemente no pódio com gravações de músicas alheias.
O maior sucesso da cantora goiana em 2020, Graveto, por exemplo, é composição de Edu Moura, Matheus Di Pádua e Normani Pelegrini.
Foi por conveniência – single que a artista lança nesta sexta-feira, 15 de janeiro – é música assinada por Marília Mendonça sem parceiros. Captada em live feita pela cantora no ano passado, sob a direção musical de Eduardo Pepato, a composição ganha registro fonográfico na sequência do single Deprê, editado em 4 de dezembro.
Deprê também é música da lavra solitária de Marília e, assim como Foi por conveniência, já tinha sido composta há algum tempo, mas permanecia no baú de inéditas da artista.
Às primeiras audições, Foi por conveniência soa sem cacife para se eternizar na memória do público sertanejo com a força de outras músicas do repertório sofrido da cantora.
Capa do single ‘Foi por conveniência’, de Marília Mendonça
Reprodução
♪ Eis a letra de Foi por conveniência, música lançada em single por Marília Mendonça:
“Bonito não é nem chega aos pés
Do conto de fadas que a moça sonhou
Não foi por querer foi por convencer
De tanto forçar ele se acostumou
Não soltou
Água mole na pedra bateu
De tão dura a pedra cedeu
Ela achou que era amor
Ele achou confortável ficou
Não foi por amor
Foi naquele domingo, de cama vazia
Saudade dos filhos, da mensagem de bom dia
Medo de morrer sozinho, pressão da família
Foi tudo menos isso que chamam de amor
Não teve pedido, nem data marcada
Nem quer casar comigo, nem beijo na escada
Em nome da solidão e da carência
Não foi por amor, foi por conveniência”

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