Youtuber implanta no braço chip para ligar carro elétrico da Tesla

Uma engenheira de software e youtuber conhecida como Amie DD decidiu inserir o microchip no braço para abrir as portas e dar partida no motor de seu carro elétrico Model 3, fabricado pela Tesla. O procedimento foi gravado desde o corte com o bisturi até a colocação do curativo

*Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Marques

O veículo tem um microchip em um cartão plástico para substituir a chave tradicional. Esse item foi colocado em acetona por cerca de uma hora para dissolver a parte plástica e assim retirar o microchip

O chip precisou ser protegido por um biopolímero para ser mais seguro e o corpo não rejeitar o objeto

O implante foi feito em um estúdio de piercings que realiza modificações corporais no Texas, nos EUA

Não é a primeira vez que a moça coloca um chip sob a pele. Ela já tem um outro implante na mão que usa radiofrequência para realizar algumas tarefas do dia a dia, como abrir a porta de casa

Quando comprou o Tesla Model 3, a engenheira supôs que poderia utilizar o mesmo chip para abrir seu veículo. Mas o sistema não funcionou, o que levou a moça passar pelo mesmo procedimento outra vez

Em sua conta do Twitter, a youtuber revelou que o local do implante estava inchado e inflamada, mas que funciona perfeitamente para abrir seu Tesla

A implementação de chip não é algo tão novo e algumas pessoas já utilizam um microchip no próprio corpo para substituir dinheiro, cartões de crédito e até bilhetes de transportes

Essa é a primeira vez que a tecnologia de chip de radiofrequência foi usada para abrir um carro da Tesla. O microchip da Tesla utiliza a tecnologia de RFID (Near Field Communication), a mesma usada em cartões de créditos que realizam o pagamento por aproximação e não por digitação de senha

Maisa se queixa de menstruação na praia. É possível manejar o ciclo?

A atriz e apresentadora Maisa Silva, 17, reclamou que ficou menstruada nas férias

A atriz e apresentadora Maisa Silva, 17, reclamou que ficou menstruada nas férias
Reprodução/Instagram

A atriz e apresentadora Maisa Silva, 17, se queixou nas redes sociais que a menstruação desceu justamente quando estava de férias na praia. O ginecologista Carlos Alberto Politano, da Comissão de Anticoncepção da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), explica que a mulher pode manejar o ciclo menstrual por meio do uso de contraceptivos, com orientação médica.

Postagem da Maisa no Twitter mostra indignação sobre menstruar nas férias

Postagem da Maisa no Twitter mostra indignação sobre menstruar nas férias
Reprodução/Twitter

Ele afirma que o método pode ser usado mesmo por quem não tem vida sexual ou fez laqueadura. “Geralmente se espera pelo menos um ano após a primeira menstruação para indicar o uso do medicamento”, afirma.

Os medicamentos indicados são os chamados contraceptivos combinados, que utilizam dois hormônios: a progesterona, que suspende a menstruação, e o estrógeno, que ajuda a regular o ciclo, segundo Politano.

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“O conceito hoje é o contraceptivo combinado utilizado por 120 dias. Corresponde ao que antigamente era usado a cada 28 dias. Então, deve-se tomar um comprimido por dia, pelo período de 120 dias, com intervalo de 4 dias. Assim, a mulher só irá menstruar três vezes ao ano, sendo ainda possível manejar quando quer menstruar”, afirma. 

“Esse medicamento causa menos dor de cabeça, inchaço e mal estar que os anteriores. Muitas vezes é indicado para diminuir a cólica menstrual, o sangramento aumentado e até a TMP”, acrescenta.

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Politano explica que esse contraceptivo pode ser usado continuamente por no mínino 24 dias e, no máximo, 120, para fazer efeito. Mas, dentro desse período, a mulher pode parar quando quiser, desde que se respeite os 4 dias de intervalo.

“Por exemplo: ela vai viajar daqui a 90 dias. Ela pode então programar quando vai parar para que o período menstrual não coincida com suas férias. Tem flexibilidade”, afirma. 

“Para que se tenha o mínino de escape [menstrual], o ideal é tomar o contraceptivo durante os 120 dias”, ressalta.

Segundo ele, os contraceptivos com um único hormônio, no caso, a progesterona, são normalmente recomendados para quem tem problemas vasculares e no pós-parto, pois são seguros para a mãe e o bebê, que está sendo amamentado. 

Menstruação para na água?

A menstruação não para quando a mulher está dentro do mar ou da piscina. Segundo o ginecologista, o que ocorre é que a água fria leva à constrição dos vasos sanguíneos, diminuindo o fluxo menstrual.

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Para atividades aquáticas, Politano afirma que o mais adequado é o uso de absorvente interno ou de coletor menstrual. “O coletor menstrual é ainda melhor que o absorvente interno, pois o sangue não tem contato com a vagina, diminuindo o risco de infecções”, finaliza.

Menstruação nas férias? Veja dicas para aproveitar sem preocupação: