Cirque du Soleil ganha auxílio de US$ 200 milhões do governo canadense


Grupo de enretenimento fundado no Canadá, que está com atividades paradas devido à pandemia do novo coronavírus, vai ganhar auxílio do governo canadense para tentar evitar sua falência. Espetáculo “Ovo” da companhia canadense Cirque du Soleil
Cirque du Soleil/Divulgação
O Cirque du Soleil, cujo picadeiro está vazio devido à pandemia do coronavírus, irá receber 200 milhões de dólares em auxílio da província canadense de Quebec, anunciou uma autoridade nesta terça-feira, como parte das iniciativas para ressuscitar o grupo internacional de entretenimento. 
O Ministro da Economia de Quebec, Pierre Fitzgibbon, afirmou que a província tem um acordo em para comprar uma participação majoritária do Cirque du Soleil, que tem base em Montreal, caso os acionistas TPG e o conglomerado chinês Fosun International decidam se retirar.
O grupo, que está altamente endividado, estava cogitando pedir proteção à falência em março e demitiu a maioria de seus funcionários após o distanciamento social imposto pela pandemia de coronavírus forçar o cancelamento de vários shows. 
“O acordo é que quando os acionistas, o parceiro chinês Fosun e o TPG quiserevem vender, queremos a opção de compra”, disse Fitzgibbon a jornalistas em Quebec City. 
“É claro que nesse momento encontraremos alguém para administrá-lo. Não é a intenção do Ministro da Economia administrar o Cirque du Soleil, posso garantir isso. Ao mesmo tempo, eu quero controle sobre quem vai comprar. Pois se não tivermos essa cláusula, TPG ou quem for pode vender o circo para qualquer um”. 
No domingo, o fundador do Cirque du Solei, Guy Laliberté, disse a uma emissora que ele e um grupo de investidores querem comprar de volta a empresa circense. 

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Comitê da UFJF recomenda nova suspensão das atividades presenciais por causa da pandemia de Covid-19


Em abril, a instituição já havia prorrogado o adiamento dos trabalhos até o próximo sábado (30), mas agora, a medida segue até junho. Calendário acadêmico de 2020 já havia sido suspenso. Campus em Juiz de Fora da Universidade Federal de Juiz de Fora
Carlos Mendonça/Prefeitura de Juiz de Fora
O Comitê de Monitoramento e Orientação de Condutas sobre a Covid-19 da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) recomendou uma nova prorrogação da suspensão das atividades acadêmicas e administrativas nos campi de Juiz de Fora e de Governador Valadares até o dia 30 de junho.
Em abril, o G1 mostrou que a instituição informou o adiamento dos trabalhos até o próximo sábado (30).
Veja também: UFJF prorroga suspensão das atividades presenciais até 30 de maio
As atividades na UFJF foram suspensas no dia 17 de março. No dia 18 do mesmo mês, o Conselho Superior da instituição aumentou o prazo por mais 15 dias. Já em abril, houve uma nova prorrogação, por mais 30 dias.
A instituição também suspendeu o calendário acadêmico de 2020 por tempo indeterminado após o avanço do novo coronavírus.
Recomendação
A recomendação foi feita nesta terça-feira (26) e o grupo considerou alguns critérios.
Veja abaixo quais:
O cenário internacional de expansão da Covid-19;
A situação de emergência em Minas Gerais;
Os boletins epidemiológicos das cidades de Juiz de Fora e de Governador Valadares;
Notas técnicas elaboradas por grupos e núcleos de pesquisa da UFJF que apontam o distanciamento social como medida necessária para o enfrentamento da epidemia.
O Comitê enfatizou na nota que o prazo ou a suspensão das atividades podem ser alterados a qualquer momento.
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